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Crédito de Carbono : BNDESPAR fará oferta pública do Fundo de Índice Carbono Eficiente – 17/05/2012 Crédito de Carbono : BNDESPAR fará oferta pública do Fundo de Índice Carbono Eficiente – 17/05/2012(0)

11 de maio de 2012 –  A BNDES Participações protocolou na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pedido de registro para a Oferta Pública de quotas do Fundo ECOO11 — iShares Índice Carbono Eficiente (ICO2) Brasil – Fundo de Índice. A operação, destinada tanto para investidores de varejo quanto para investidores institucionais, será no montante inicial de R$ 1,5 bilhão, podendo ser acrescida em até 35% em razão da demanda.

Os ETFs iShares são fundos de índice cujas cotas são compradas e vendidas como ações na bolsa de valores. São instrumentos de investimento eficazes, que beneficiam o investidor com diversificação instantânea de portfólio, custos mais competitivos e um grau elevado de transparência.

O Fundo será composto pelas ações das empresas pertencentes ao Índice Carbono Eficiente (ICO2) e sua gestão estará a cargo da BlackRock Brasil. A BlackRock, maior gestora independente global de fundos, com mais de US$ 3,5 trilhões em ativos sob gestão, detém mais de 40% de participação no mercado mundial de ETFs e conta agora com sete fundos de índice que levam a marca IShares no Brasil. A distribuição pública das quotas do ECOO11 será coordenada pelo BB – Banco de Investimentos (Coordenador Líder) e pelo Citigroup Global Markets Brasil, Corretora de Câmbio e Títulos de Valores Mobiliários.

A BNDESPAR oferecerá uma opção de venda aos investidores de varejo que investirem até R$ 25 mil na Oferta Pública. A opção de venda é um mecanismo por meio do qual o investidor de varejo terá a possibilidade de revender suas quotas para a BNDESPAR pelo valor original da Oferta, sem acréscimo de correção monetária e juros, descontados todos os tributos e encargos devidos.

Os investidores poderão exercer a opção no período compreendido entre o 366° dia, inclusive, e o 395º dia, inclusive, seguintes à data de liquidação da oferta. Para garantir o direito de exercício da opção de venda, o investidor não poderá alienar, onerar ou ainda transferir a custódia das quotas do Fundo até o final do período de exercício da opção.

Os investidores de varejo poderão realizar seus investimentos por meio das seguintes categorias de investimento:

Direta, com valor mínimo individual de pedido de investimento de R$ 1 mil e o valor máximo individual de pedido de investimento de R$ 300 mil, e/ou,

Indireta, via fundo de investimentos em ações, com a alternativa da modalidade de investimento com opção de venda e sem opção de venda. O valor mínimo de investimento individual será de R$ 300 e o máximo de R$ 25 mil para as quotas com opção de venda. Para aqueles sem opção de venda, o valor mínimo do aporte individual será de R$ 300 e o máximo de R$ 300 mil.

A Oferta Pública será realizada exclusivamente no Brasil, mas investidores não residentes poderão participar. Para tanto, deverão ter o registro de investidor estrangeiro.

O preço final por quota do Fundo ICO2 será fixado após a conclusão do procedimento de coleta de intenções de investimento, realizado somente com investidores institucionais. O preço de distribuição será determinado tomando-se por base a indicação de interesse dos investidores institucionais e, ainda, a cotação das ações do Índice na data de fechamento do dia útil imediatamente anterior ao procedimento de Bookbuilding (formação de preço).

O Índice Carbono Eficiente – ICO2 foi desenvolvido a partir de uma iniciativa conjunta entre o BNDES e a BM&FBOVESPA e é composto pelas ações das companhias participantes do IBrX-50 que aceitaram participar dessa iniciativa, adotando práticas transparentes com relação às suas emissões de Gases do Efeito Estufa (GEE).

O ICO2 leva em consideração, para ponderação das ações das empresas componentes, seu grau de eficiência de emissões de GEE, medido pela relação entre as emissões e a receita da empresa, além do free float (total de ações em circulação) de cada uma delas.

(Redação – www.ultimoinstante.com.br)

Dólar : Valorização do dólar pode ter fôlego curto, dizem analistas – 14/05/2012 Dólar : Valorização do dólar pode ter fôlego curto, dizem analistas – 14/05/2012(0)

O ciclo de alta do dólar, que encerrou a segunda semana de maio com valorização de 1,56%, valendo R$1,954 para a compra e R$ 1,956 para a venda, não deve perdurar por muito tempo, afirmaram especialistas ouvidos pela BBC.

Influenciada pelo mau humor dos mercados, em especial pelas incertezas sobre os rumos da economia europeia, a moeda americana subiu 0,2% na última sexta-feira, 12, atingindo sua quinta alta semanal consecutiva e acumulando valorização de, aproximadamente, 4,6% neste ano.

Embora não descartem a hipótese de que o dólar venha a ultrapassar a barreira dos R$ 2, é pouco provável que o governo não siga atento à valorização da divisa americana e lance mão de medidas, caso necessite interromper a trajetória de alta, preveem os analistas.

Eles acreditam, entretanto, que a moeda dos Estados Unidos oscile em torno da cotação atual, entre R$ 1,90 e R$ 2.

“Ainda não se pode garantir que a desvalorização do real seja permanente. Por ora, a alta do dólar é resultado de um conjunto de fatores, e não tem influenciado tão fortemente o preço dos bens de consumo a ponto de gerar inflação e demandar uma ação imediata do Banco Central”, disse à BBC Brasil o ex-ministro da Fazenda e sócio da Tendências Consultoria Maílson da Nóbrega.

Entre tais fatores – que explicariam a valorização do dólar citada pelos economistas, estão a indefinição sobre o futuro da economia europeia, a queda no preço internacional das commodities, principalmente, as metálicas, e as políticas recentemente adotadas pelo governo brasileiro, desde a redução da taxa básica de juros, a Selic, até mecanismos de controle cambial.

“Com a escalada do temor sobre a crise da dívida grega e de outros países europeus, investidores de todo o mundo tendem a buscar um porto seguro, no caso, os Estados Unidos, e tirarem dinheiro de países emergentes, como o Brasil”, afirmou Samy Dana, professor de economia da EAESP-FGV.

“Aqueles investidores que também apostavam nos juros elevados acabaram revendo suas posições. A desvalorização do câmbio é, portanto, um reflexo do posicionamento desses capitais, parte dos quais buscam a saída na medida que a rentabilidade cai”, avalia Paulo Rabello de Castro, diretor-presidente da agência de classificação de risco SR Ratings.

“Por fim, além da queda no preço internacional das commodities, que traz menos dólares ao país, valorizando a moeda americana, há um elemento gerador de incertezas no discurso do governo, que, em sua cruzada por juros menores, dá sinais erráticos aos mercados com suas intervenções. Tudo isso impacta negativamente o câmbio”, defende Maílson da Nóbrega.

Exportações

Para a equipe econômica do governo, a sensação é de que a alta do dólar, por enquanto, não representa motivo para preocupação. O real desvalorizado acaba por beneficiar as exportações de produtos brasileiros, tornando-os mais baratos e competitivos no mercado externo, como sinalizou o ministro da Fazenda, Guido Mantega, na semana passada.

Com a valorização da moeda americana, o governo aproveita para atender o pleito do setor exportador, que vinha reclamando de seguidos prejuízos frente à concorrência internacional, especialmente de produtos chineses, avaliam os especialistas.

Por outro lado, embora incentive as exportações, ao ultrapassar a barreira dos R$ 2, a moeda americana pode elevar o preço de insumos importados, encarecendo a cadeia produtiva e impactando a inflação.

“Ainda assim, pesaria a favor do controle da inflação o preço menor das commodities no mercado internacional, o que equilibra a alta do dólar”, diz Reginaldo Nogueira, coordenador do curso de Relações Internacionais do Ibmec.

Juros

Na semana passada, dados divulgados pelo IBGE indicaram que a inflação oficial, medida pelo IPCA, registrou alta de 0,64% em abril, taxa três vezes superior a de março, quando o índice subiu 0,21%.

No acumulado dos últimos 12 meses, entretanto, a inflação atingiu 5,1%, abaixo dos 5,24% relativos ao mesmo período imediatamente anterior.

Questionados se a alta do dólar poderá influenciar na condução da atual política monetária do Banco Central, diminuindo a capacidade de manobra para a redução dos juros, atual bandeira do governo de Dilma Rousseff, os analistas ouvidos pela BBC Brasil afirmaram que o mais provável é que a meta de juros de 8% ao ano continue sendo perseguida “custe o que custar”.

“O governo dá sinais claros de que pretende incentivar o crescimento da economia brasileira através da demanda interna, com a redução da Selic, e, agora, da externa, com as exportações aumentadas pela valorização do dólar. A inflação, por ora, não parece ser objeto de análise”, afirma Nogueira.

“Além disso, o efeito do câmbio na inflação não é imediato. O governo também possui instrumentos para regular o câmbio valorizado, caso o dólar suba muito. O volume das reservas internacionais, por exemplo, está num patamar historicamente alto, com mais de 350 bilhões de dólares. Se precisar, o governo vende dólares para desvalorizar a moeda americana”, acrescenta.

“Por fim, mesmo na hipótese de o dólar continuar subindo, um eventual repasse de preços tende a ser, por ora, descartado, na medida que os estoques de produção ainda estão altos”, diz Dana.

Fonte : BBC Brasil

 

 

CMN aprova Linha de Crédito para Produtores de Café- 02/05/2012 CMN aprova Linha de Crédito para Produtores de Café- 02/05/2012(0)

Foi aprovada pelo CMN (Conselho Monetário Nacional) uma linha de crédito que irá beneficiar os produtores de café, o Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, chamado de Funcafé.

O crédito poderá ser usado para financiar a safra de 2012. Além dessa linha, outros orçamentos foram aprovados para ajudar as indústrias que trabalham como torrefadoras de café, nesse caso, a verba deverá ser utilizada para financiar o capital de giro dessas empresas.

Ao todo, cerca de R$ 500 milhões deverão ser investidos no custeio das operações, R$ 900 milhões serão usados para estocar o produto e R$ 50 milhões serão investidos no financiamento de contratos e operações em mercados.

Os cafezais que sofreram algum tipo de dano também serão beneficiados, nesse caso, o  valor a ser investido será de R$ 40 milhões.

O CMN também aprovou uma linha de crédito chamada de extraordinária, que servirá para quitar dívidas feitas por financiamentos contratados para serem investidos no processo produtivo.

Já os recursos a serem investidos no capital de giro receberão uma verba de cerca de R$ 200 milhões. As micro, pequenas e médias empresas também serão beneficiadas.

Essas linhas de crédito poderão ser contratadas até o dia 30 de novembro desse ano.

Fonte: Coffee Break

Bolsa de NY começa receber as amostra de café brasileiro em junho- 30/04/2012 Bolsa de NY começa receber as amostra de café brasileiro em junho- 30/04/2012(0)

A bolsa de Nova York informou que terá início em junho o período para envio de amostras de café brasileiro para classificação. A certificação dos lotes é exigida para efetivar a entrega física do produto, que só poderá acontecer a partir de março de2013.

A inclusão do Brasil no chamado “contrato C”, do qual fazem parte os melhores cafés do mundo, era pleiteada há anos pelos produtores nacionais e foi aprovada pelo conselho da bolsa em dezembro de2010. Anegociação envolverá um deságio de 9 centavos de dólar, o que deixa a operação menos interessante para os brasileiros.

Fonte: AgnoCafe

Café: Sistema “circuit-breaker” foi acionado durante o pregão ontem em NY – 26/04/2012 Café: Sistema “circuit-breaker” foi acionado durante o pregão ontem em NY – 26/04/2012(0)

O sistema de “circuit-breaker”, um disjuntor destinada a conter movimentos acentuados nos mercados de commodities soft-futuros foi desencadeada nesta  quarta-feira pela primeira vez desde que foi implementada no início deste mês, disse a Intercontinental Exchange Inc.

Por 30 segundos, o disjuntor pausou  trades abaixo $ 1,758 por libra no contrato de entrega do  de café arábica julho , com  os preços caindo quatro centavos dentro de 15 segundos logo após as onze horas horário local , disse um porta-voz  em Nova York . Após a pausa de 30 segundoss , os negócios  voltaram  e continuou normalmente até  o fechamento do mercado .

O sistema de “circuit-breaker” foi criado para o açúcar, algodão, café arábica, suco de laranja e cacau negociados na ICE Futures US, em Nova Iorque, o preço âncora é reajustado a cada 15 segundos, desde o último dia 9 de abril.

Os limites irão de 60 centavos a 100 dólares, dependendo da commodity. Se os preços se moverem além desses limites, os negócios terão uma paralisação de 30 segundos. O sistema, segundo a bolsa, funciona como um “disjuntor” temporário na plataforma eletrônica para diminuir a probabilidade de existirem picos de curto prazo que sejam fora de um padrão normal.

Fonte : Agnocafe

Análise Técnica : Ondas de Elliot no Café Maio Nova York : Análise Técnica : Ondas de Elliot no Café Maio Nova York :(1)

Boa Tarde a todos ,

No gráfico diário do Café Maio 2012 , negociado na ICE , nos mostra que os preços fizeram na mínima da semana passada em 174,00 , uma confirmação de 3 ciplos de Onda 5 de fundo .

A tendência agora é de uma correção de alta , caso os preços não percam a mínima de 174 , em 191 , teste da média móvel de 40 dias em 200,00 , depois teríamos como próxima resistência em 208 e aí sim , acima de 208 projetará para 225,00 e 242,00 .

Abaixo de 174 , a onda 5 continuará em queda e projetando para 166 .

Segue o gráfico abaixo :

MG autoriza uso de crédito integral de ICMS- 21/03/2012 MG autoriza uso de crédito integral de ICMS- 21/03/2012(0)

O governo de Minas Gerais passou a permitir o aproveitamento do crédito integral de ICMS quando contribuinte mineiro compra mercadoria de outro Estado que concede benefício fiscal sem autorização do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). Instituída pelo Decreto nº 45.931, publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial, a medida vale em relação a benefícios fiscais concedidos a partir de janeiro deste ano.

O decreto também cria um perdão para autuações fiscais aplicadas por aproveitamento do crédito integral de ICMS. A norma determina um desconto de 95% no valor da multa e dos juros aos contribuintes mineiros que fizerem um requerimento ao governo até o próximo dia 30.

O Confaz reúne todos os secretários de Fazenda do país. De acordo com a Constituição Federal, benefícios fiscais só podem ser concedidos com a autorização do órgão. O objetivo disso é evitar a guerra fiscal entre Estados.

Fonte: AgnoCafe

Governo zera alíquota de IOF para operações de exportadores – 16/03/2012 Governo zera alíquota de IOF para operações de exportadores – 16/03/2012(0)

O governo decidiu reduzir de 1% para zero a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de hedge cambial com contratos de derivativos dos exportadores. Esse tipo de instrumento busca proteger as vendas das empresas brasileiras ao exterior contra a desvalorização excessiva do dólar. No ano, a moeda norte-americana acumula perdas acima de 3%. A medida foi publicada nesta sexta-feira (16), por meio de decreto, no “Diário Oficial da União”.

Segundo o decreto, a decisão do governo vale para “as operações com contratos de derivativos para cobertura de riscos, inerentes à oscilação de preço da moeda estrangeira, decorrentes de contratos de exportação firmados por pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no país”.

Na terça-feira (13), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse em audiência no Senado que o governo iria ajustar as medidas cambiais adotadas recentemente para conter o fluxo de capital especulativo ao país – que vinha provocando prejuízos aos exportadores brasileiros.

“Primeiro fazemos a medida (cambial). Depois, estudamos como eliminar o efeito colateral”, disse Mantega, ao participar da audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado, que durou cerca de quatro horas.

Uma das dificuldades enfrentadas pelos exportadores brasileiros com as medidas cambiais adotadas pelo governo recentemente – como a ampliação do prazo de cobrança do IOF para empréstimos feitos no exterior por empresas brasileiras – por exemplo, é o encarecimento do “hedge” -operação financeira que serve para proteger contra a variação cambial.

De acordo com o decreto, para fazer jus à alíquota reduzida “o valor total da exposição cambial vendida diária referente às operações com contratos de derivativos não poderá ser superior a 1,2 (um inteiro e dois décimos) vezes o valor total das operações com exportação realizadas no ano anterior pela pessoa física ou jurídica titular dos contratos de derivativos”.

Histórico
No final de julho de 2011, o governo lançou mão de uma Medida Provisória que permitiu a taxação em até 25% das operações feitas por investidores brasileiros e estrangeiros no Brasil com os chamados derivativos financeiros.

Com a maior taxação, o volume de dólares que entra no país tende a diminuir, o que pode contribuir para  redução da cotação. Os derivativos cambiais têm grande influência na formação de preços da moeda norte-americana no mercado à vista.

Na época, ficou estabelecida a cobrança de 1% de Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) nesse tipo de transação financeira, usada como apostas das empresas e bancos, brasileiros e estrangeiros no mercado futuro – que pressionam para baixo a cotação do dólar.

Na época, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que essa cobrança do IOF funcionaria como um “pedágio” contra a especulação no mercado futuro. “Estaremos cobrando um pedágio das posições vendidas em excesso. Vamos tirar uma parte da rentabilidade da operação, diminuindo essa margem. Esperamos que haja não valorização do real, ou que tenha desvalorização”, afirmou o ministro, na ocasião.

*Com informações da Reuters

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